Devo me hospedar na casa de quem eu não conheço?

Bem, em muitos casos é melhor hospedar-se na casa de quem você nunca viu, do que na casa de amigos, principalmente na de alguém que resolveu alugar um quarto em sua residência como um negócio: neste caso é melhor ainda. Liberdade de ir e vir sem ter que fazer sala, convidar para jantar, levar presentinhos… todas essas prerrogativas que existem para hospedar-se na casa de parentes ou amigos e além da economia de não ficar em um hotel, poder escolher melhor a localidade, e ainda quem sabe fazer novos amigos.

Como tudo começou?

A hospedagem domiciliar ou “bed and breakfast” é uma invenção do Reino Unido. O início dessa prática aconteceu na Irlanda, na época da primeira Guerra Mundial e a partir daí popularizou-se.

Os proprietários de grandes mansões, necessitando de uma nova fonte de renda, ofereciam hospedagem em suas casas em troca de uma taxa, e para atrair os hóspedes, exibiam na porta das suas residências, uma placa escrito “bed and breakfast”, tornando o termo conhecido por todo o mundo.

Ainda bem que não foi uma grande Guerra que nos direcionou para esse negócio, mas sim a insuficiência de acomodações para atender a demanda e a viabilidade que a internet nos trouxe de encontrar grupos de mesmo interesse.

Em 2008, surge o Airbnb. É a maior empresa neste segmento: um mercado comunitário onde os hóspedes podem reservar espaços em propriedades de anfitriões, conectando pessoas que tenham um espaço disponível com pessoas que estão procurando um lugar para ficar. Através das suas experiências no Airbnb, hóspedes e anfitriões constroem conexões reais com pessoas de verdade ao redor do mundo.

É claro que sempre há aquele proprietário que se destaca e logo começa a administrar a propriedade de um amigo, e de outro e de mais outro, e quando percebe, se transforma no que o Airbnb chama de “superhost”, que ainda acrescenta seu conhecimento local, o que agrega grande benefício, tanto para quem se hospeda, quanto para os demais proprietários.

Nesta onda nasceu em janeiro de 2014 o projeto “Jump in Bed“, uma startup, que distribui e cria estratégia de marketing para os proprietários no Rio de Janeiro que não se adaptaram a esse novo modelo de mercado colaborativo ou não tem tempo para administrar suas propriedades (quartos, apartamentos e casas), e que junto com o Blog Jump in Bed agregou um vasto conteúdo, informando o que fazer nesta cidade que encanta o mundo inteiro, com sua descontração.

 

Veja abaixos alguns relatos de hóspedes que utilizaram o Jump in Bed: